quarta-feira, 29 de outubro de 2008
What I Miss About You...
Missing the train every morning at 8:52
Sipping coffee from the same cup as you
The sharing of secrets we thought
no one else knew
That's what I miss about you
The new way, that love had made me see
Your bashful grin when you asked
if I would like your key
The knowing way you used to caress me
That's what I miss about you
You stole in with your starry smile,
exciting me,
Driving with you in your new car, feeling free
If it's true that love is blind,
then I was blind willingly
You made me feel we had a future
that could be and would be
The way you said I'd be no one on my own
Your habit of soaking yourself in over-priced cologne
The way you turned the light out,
when I knew you were home
That's what I don't miss about you
I bet you're using your weary magic
like it's new
Driving so fast with a new fool beside you
Presumably believing she's the last
of the lucky few
I wonder if she knows
she's being lied to like I do
The way I only doubted myself
when I was with you
Like I was a fool for expecting something
from life too
Your skill of putting me down in-front
of everyone we knew,
That's what I don't miss about you.
domingo, 26 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
O Ex, a Minha Melhor Amiga e Eu
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Assuntos do Cartel
«Mais vale... o puto andava com uma camisola a dizer: "Fui inseminado porque o meu pai so tem 3,5cm..."» - once again by B.M. (sobre determinado affair de B.B., demasiado mau pa comentar)
sábado, 18 de outubro de 2008
Regresso a casa
«Já não escrevo á tanto tempo que parece que as palavras me fogem, que o meu livro inacabado jamais poderá ter um fim.
Perdem-se dentro de mim as histórias que existem para contar, as vontades, os sonhos que se esvaem como areia por entre os dedos, esfumam-se desejos que acumulei com o passar do tempo. Lembro-me dos contos de fadas que me contaram na escola enquanto criança, e tento esquecer o quanto acreditava neles.
O príncipe encantado morreu num outro século, já não existem as escolhas de Pedro e Inês, ficou apenas um mito de Pandora neste mundo feio que rodeia quem por ele passa sem sentir as ondas do mar ou a brisa na face...
Um dia, sonhei-te. E quando apareceste, pensei que o universo me escolhera dentro dos seus estranhos planos. Passaste por mim com o brilho de um arco íris e a força de um terramoto. Vivemos uma vida não planeada, inesgotável nas suas quezílias de lutas diárias impossíveis de realizar. Foste o meu amor imperfeito na minha altura errada.
Mesmo assim, o tempo passou, continua a passar e eu nunca te esqueci. Ficaram me as recordações lamechas de uma onda que nos molhou, de uma rosa recebida ao acordar, ou de uma queca numa noite bem regada a álcool numa casa de banho de um bar, nessa noite imundo.
Foste quem foste, fui quem fui, e quem somos ou o que nos tornamos, ficou preso nas páginas fechadas de um livro. Vão existir sempre histórias para contar, e nesta, fica a mágoa de ter perdido a pessoa que um dia amei e que um dia me compreendeu. Ainda quero acreditar nos sentimentos, e, apesar da estupidez e da auto-humilhação, ainda acredito.
Todos os dias, o sol vai brilhando na janela do meu quarto, que já não é mais o meu quarto, porque o meu quarto eras tu e eu em ti já não me aninho, e eu vou recordando e deixando a saudade bater me com a força de um atropelamento de um camião TIR.
Ás vezes penso que já não sei fazer amor, porque os corpos que me tocam não tem o teu cheiro nem o teu toque e é quase sempre a ti que eu vejo e que eu sinto. Mas sei amar, sei devorar carnes como bolachas que como enquento vejo um filme. Sou boa nisso. Levem-me o corpo, a alma guardo-a na Caixa. O vazio vai ficando aqui, devagarinho, afundando cada vez mais dentro deste abismo. Tenho dias em que adormeço num berço de lágrimas que te trazem e noites que passo acordada a rever pela trilionésima vez fotografias tuas, minhas e de lugares que foram meus mas talvez jamais tenham sido nossos. E terei sempre, como toda a mulher tem.
Não sei quem és agora, mas vou pensando
Estou louca por ser louca de acreditar numa loucura chamada amor.
E tu... deves estar louco por não acreditar numa loucura chamada eu. Só que eu agora ultrapassei te, já consigo sorrir e pensar em ser feliz com alguém e tu vais ter sempre na memória a mulher maravilhosa que deixaste escapar. Eu sou boa. Tu? És um estúpido.
«Existe sempre uma nova oportunidade, existe sempre um novo rumo.
Podemos nunca mais acreditar, mas a vida dá-nos sempre a volta e enrola-se sobre nós mesmos até nos levar onde quer. Tenho saudades de gritar num orgasmo porque apenas tu me fazias gritar. E se a segunda oportunidade não chegou, ambos cometemos erros.
Venha então a terceira a quarta, a décima a milésima.
Venham terramotos, tsunami e tempestades.
Se esta coisa dentro do peito não desaparece, foda-se, espero que o mundo chegue até mim. Paro e penso: «se a merda do mundo não espera por mim, deixo-o dar a volta uma noite mais. Vou fazer-me de esquecida, chorar um bocadinho aqui quietinha neste quarto frio que não és tu.».
Até que o mundo volte a ser um aquário, e os teus olhos sejam de novo o meu mar.»
Mónica
terça-feira, 14 de outubro de 2008
O pai do meu filho...não sei como se sente, se ás vezes pensa nisso, se se lembra. No dia em que completava um ano sobre a perda do nosso bebé, um affair seu esteve grávida. Optaram pelo aborto. Não consigo compreender. Para eles, deve ter sido a melhor escolha. Ás vezes rezo para que a consciência do acto que tomaram os deixe dormir á noite em paz. Eu perdi o meu filho. Digo meu, e não nosso. Ele ia assumir o bebé, mas nunca teve consciência total do que eu senti quando soube que o tinha dentro de mim. Amei-o como se o tivesse nos meus braços desde o primeiro dia. E Amei-te... Mas provaste-me que o amor, é uma mentira grande que nos ensinam enquanto crianças.
Um dia...talvez falemos sobre o que aconteceu.
Let it Roll
Maybe...
A new start.
A litle less suffering.
Let It Roll.
Tomorrow, a new day will rise.
The other side...
I'll kept it.
In Pandora's Box
I'll protect our memories.
Ww'll always have a stone by the sea.
We'll always have our wave.
i'm just no longer have hope in this love.
Now...
A renoved will.
Somebody new.
New smiles.
Let it Roll.
Someday...happiness will arrive.
BELIVE
(Será? Talvez... Um novo recomeço e um pouco menos de sofrimento. Let it roll... Amanhã é um novo dia. O outro lado... Guarda-se na caixa de Pandora. Protegem-se as recordações. Terás sempre uma pedra no paredão. Haverá sempre uma onda. Só já não existirá esperança num amor. Agora... Uma vontade renovada. Um novo alguém. De novo sorrisos. Let it Roll. Um dia...a felicidade irá chegar. Acredita.)
domingo, 12 de outubro de 2008
Um quarto vazio
Acordas ás seis da manhã porque o corpo já nao aguenta mais cama, não há descanso, porque não descansas nada, mas cama, porque estiveste deitado tantas horas a olhar pro vazio.
Sentes a desilusão na voz de quem mais amas e trancas as lágrimas para a menina pequena não ouvir, não ver, não sentir, mas sobretudo, não fazer perguntas ás quais não sabes responder.
Dói te a alma, tens o espirito marcado pelas traças da vida, e não contas a ninguém, mas o corpo está doente.
Muito doente, doente que amedontra e sentes e causa dores e faz te desejar poder chorar e abraçar quem amas.
Deixas de ter coragem de falar, porque ja contaste, contaste uma vez e ninguém te ouviu.
E ficas sozinha, noite após noite, olhar pro vazio, encolhida e com muito muito medo. Não dizes nada.
Já não suportas desiludir mais.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
terça-feira, 7 de outubro de 2008

Alguém que chegue e arranque isto porque eu já não quero mais... :(
Só quero odiar-te, com muita força, por tudo o que estou a sofrer...
Estou a doer e já não suporto... Deixa o meu mundo ser azul outra vez... :( :(
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
'A UM AUSENTE' - Carlos Drummond de Andrade
"Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste"
Carlos Drummond de Andrade
Coisas de Deuses Desastrados
(quem me dera que o Biscoito lesse isto!)
pandora - passávamos os dias nus nas cercanias da cidade... esperávamos que as aves trouxessem suas vergonhas, seus relógios, seu sémen... a carne putrefacta liberta um odor rançosoagradável
prometeu - ah!...a vida é tão fácil...o excesso de açúcar provoca-me ataques repentinos de canibalismo.
pandora - toca-me com as mãos para que saboreie o orgulho de todos os amantes
prometeu - bastaria roçar a face com os teus cabelos enquanto te inclinas para me apetecer dizer aquela frase cujo significado só tu e eu conhecemos
pandora - e seria como se nos encontrássemos hoje pela primeira vez...que fazes, meu amor?
prometeu - acaricio a paisagem onde os meus olhos repousam.
pandora - e eu... choco o nosso ovo. traço o nosso futuro...
prometeu - oh!... finalmente o nosso filho nascerá!... que nome lhe daremos? jasmim?
pandora - não. pantagruel.
prometeu - não. isequiel.
pandora - não. ismael.
prometeu - não. farnel.
pandora - não. isabel.
prometeu - não. malaquias.
pandora - não. matias.
prometeu - não. elias.
pandora - não. beatriz.
prometeu - não. hércules.
pandora - sim.
prometeu - sim.
vulcano (entrando) - não... não... hércules, não... (chora) hércules é filho de júpiter e alcmena... não. não pode ser!... (choro mais forte enquanto sai de cena)
prometeu - sim. ele matará a minha águia e eu ficarei livre...
pandora - sim. este ovo é já um herói...
hércules (espreitando por baixo das saias de pandora) - mãe!... pai!... vou matar leões!... águias!... enfrentarei tudo... e lá terei de cumprir os trabalhos!sete trabalhos, não é?
pandora - doze, meu querido. doze trabalhinhos... tão lindo, o nosso filho.
prometeu - vai ser arquitecto. (Nota da Barbie: NINGUÈM MERECE!!!)
pandora - nem mais!...
uma voz - os acidentes divulgados neste palco não se prestam a satisfazer a curiosidade popular ou a qualquer instinto mórbido da natureza humana. os acidentes divulgados neste palco não se prestam a satisfazer a curiosidade popular ou a qualquer instinto mórbido da natureza humana...»
(manuel almeida e sousa)
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Comentários Desnecessários
«...vê lá se te cuidas e não te entregas á má sorte...»
É preciso ter uma moral!!!
SAUDADES QUE ESMAGAM.
INDIFERENÇA QUE DÓI, QUE MATA, QUE RÓI.
PALAVRAS SOLTAS, ESPERANÇAS MORTAS.
FALTA CORAGEM PRA CORRER O RISCO.
MATAS-ME.
MORRERÁS TAMBÉM?
CHEGA.
MATO-TE EU.
SOU QUEM?
TRANSFORMASTE-ME EM NINGUÉM.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Obliquidades Cronológicas cheias de Lógica
...
...porque o nosso passado é uma mochila larga e pesada de alças transparentes cor de pele: eu sempre temi o que o meu passado soubesse de mim...
...
...o meu passado sempre foi uma música triste de fazer chorar os olhos
o medo dos tornozelos e a culpa a deslizar entre cada dedo grande do pé...
...
...a mulher,
não sei até que ponto as pessoas me vêem e me mentem, nem sei até que ponto estes olhos são meus ou de alguém que passou por mim na rua e mos deixou na mão...
...
...no fundo, só tenho medo dos meus dois olhos da cara.»
(excertos Inês Leitão)

















