sábado, 31 de maio de 2008
O QUE IMPORTA AFINAL?
Afinal o que importa é não ter medo: fechar os olhos frente ao precipício
e cair verticalmente no vicio
MÁRIO CESARINY
e cair verticalmente no vicio
MÁRIO CESARINY
Num Bar chamado
INTROSPEÇÃO,
Textos de Outras Estradas
Memories of Dedication

Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.
É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das caras e dos dias.
Tu és melhor - muito melhor!
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê.
Num Bar chamado
Raios de luz e sorrisos,
Textos de Outras Estradas
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Twilight Zone e Biscoitos
foi como se num espasmo muscular o tempo parasse e o mundo deixasse de girar... naquele instante em que a Panda encontrou o sabor que andava procurando, o deixou repousar na mão... tentou trincar... e como uma nuvem, desmaterializou-se no seu peito, feita chuva transparente, feito do ouro do céu... quem quererá as lágrimas, aconchegadas num coração com batimento part time? torvelinhos, torvelinhos. não estou mais na dimensão paralela, a dimensão paralela é que está em mim... remoinhos, remoinhos. acabou se a praia.
Num Bar chamado
Biscoitos e Migalhas,
INTROSPEÇÃO
terça-feira, 27 de maio de 2008
Amo el Peligro
«Vi el cielo abierto y comprobé qué esto es lo mío,tranquilamente me encontré en el vacío.
Sé que no hay forma de acabar más elegante con ésta idea de moral, recalcitrante.
Y no me pidas que renuncie a la verdad.
No hay celo sin dolor, ni pena sin amor, es más fácil olvidarse qué vengarse.
No hay fuego sin calor, ni cielo sin un dios al que ya no volveré a rezar.
En la tormenta encontré el equilibrio, ¿quién lo podía imaginar?
Amo el peligro, vi mi futuro y lo cambié por el presente, de la memoria me olvidé, siempre me miente.
Y ahora sabemos de lo que yo soy capaz, no hay loco sin razón, ni falta sin perdón.
Yo prefiero perdonarte que engañarte, no hay joya sin ladrón, ni esclava sin señor, y esta esclava no obedece más.
No hay cielo sin dolor, ni pena sin amor, es más fácil olvidarse qué vengarse.
No hay fuego sin calor, ni cielo sin un dios al que ya no volveré a rezar.
En la tormenta encontré el equilibrio, ¿quién lo podía imaginar?
Amo el peligro. »
(Rebbeca in Incomunidade)
Sé que no hay forma de acabar más elegante con ésta idea de moral, recalcitrante.
Y no me pidas que renuncie a la verdad.
No hay celo sin dolor, ni pena sin amor, es más fácil olvidarse qué vengarse.
No hay fuego sin calor, ni cielo sin un dios al que ya no volveré a rezar.
En la tormenta encontré el equilibrio, ¿quién lo podía imaginar?
Amo el peligro, vi mi futuro y lo cambié por el presente, de la memoria me olvidé, siempre me miente.
Y ahora sabemos de lo que yo soy capaz, no hay loco sin razón, ni falta sin perdón.
Yo prefiero perdonarte que engañarte, no hay joya sin ladrón, ni esclava sin señor, y esta esclava no obedece más.
No hay cielo sin dolor, ni pena sin amor, es más fácil olvidarse qué vengarse.
No hay fuego sin calor, ni cielo sin un dios al que ya no volveré a rezar.
En la tormenta encontré el equilibrio, ¿quién lo podía imaginar?
Amo el peligro. »
(Rebbeca in Incomunidade)
Num Bar chamado
Raios de luz e sorrisos,
Textos de Outras Estradas
Seremos Concomitantemente Rectos
maria rodrigues«As bocas rasgadas pelos nomes são o temporário abrigo
dos astros, das brancas flechas iniciadas para anunciar – ou digo um pelouro
incendiado no corpo que drasticamente se dirige a deus; ou a simétrica
explosão
dos frutos; ou os rios nas correntes; as seivas vindas do
fundo; os
desfiladeiros; os ninhos impunes – a faúlha hereticamente
devolvidae seremos – os lugares áridos suspensos pelas margens – a
primeira voz colhida ao antigo ranger dos que ainda morrem, a mágica
alimentação- nós – assentes em clarão - inextinguíveis, para
sempre»
Num Bar chamado
Raios de luz e sorrisos,
Textos de Outras Estradas
Casi Pecado
«Cuando te mueres con doce años, por experiencia:
Te da una rabia que bien podría romper los cristales de las iglesias.
Morir con doce años no da tiempo a oír los gritos de las madres ni a saber qué es la filosofía.
Es algo cotidiano que no viene en los libros más que como una cifra.
Cuando alguien muere sin cumplir los trece la vida es una bolsa pestilente y yo no alcanzo a ser cáscara de pipa.
Morir a los doce años sólo sirve para que tu padre te coja en brazos blanco como un escalofrío.
Y apenas da tiempo a subir la persiana.
Morir con la docenaharía amargar cualquier postre.
No es sólo tener prisa,es el terrorismo mundialmente permitido.
Morir sin trece añosno tiene algún sentido.
Es no tener respeto a los mayores,ni a las normas sociales…
Es ir contra el estado de derecho.Morir con doce añosni tan siquiera es serio.
Es no tener ni idea de estar vivo.»
Carmen Madorrán Ayerra
Num Bar chamado
Raios de luz e sorrisos,
Textos de Outras Estradas
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Coicidências do Caneco

Descobri que as vacas passeiam muito bonitinhas pela rua e que até já foram ensinadas a andar de comboio...
...Descobri que existem pessoas que só vêm um dos lados de uma alma...
...Que existem anjos que nos caem no colo e não nos apetece nada largar-lhes a mão...
...E que o ser humano consegue ser estúpido como uma porta quando ama alguém...
HAJA EGOÍSMO NO MUNDO QUE ME RODEIA!!!
...Descobri que existem pessoas que só vêm um dos lados de uma alma...
...Que existem anjos que nos caem no colo e não nos apetece nada largar-lhes a mão...
...E que o ser humano consegue ser estúpido como uma porta quando ama alguém...
HAJA EGOÍSMO NO MUNDO QUE ME RODEIA!!!
Num Bar chamado
Raios de luz e sorrisos
quarta-feira, 21 de maio de 2008
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Condemned

Deponho-me a teus pés buscando consolo.
Dá-me a absolvição.
Guarda-me fundo no teu coração.
Se um dia eu te apunhalar...
...se não te souber amar expulsa-me
...nua!
faz-me provar a dor crua
saber de cor a cor do desamor
e as pedras da rua...
(Doraemona)
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Raios de luz e sorrisos,
Textos de Outras Estradas
domingo, 11 de maio de 2008
Contigo aprendi...
«Contigo aprendi
Que existem novas
E melhores emoções...
Contigo aprendi
A conhecer um mundo novo
De ilusões
Aprendi...
Que a semana já tem mais
De sete dias
Fazer maiores minhas
Poucas alegrias
E a ser alegre
Eu contigo aprendi...
Contigo aprendi
Que existe luz na noite
Mais escura
Contigo aprendi
Que tudo existe um pouco
De ternura
Aprendi...que pode um beijo
Ser mais doce e mais profundo
Que posso ir-me amanhã mesmo deste mundo
As coisas boas, já contigo as vivi
E contigo aprendi, que eu nasci
No dia em que te conheci... »
Num Bar chamado
Biscoitos e Migalhas,
Raios de luz e sorrisos
A Lenda de Pandora
Na Mitologia grega, Pandora ("bem-dotada") foi a primeira mulher, criada por Zeus como punição aos homens pela ousadia do Titã Prometeu em roubar aos céus o segredo do fogo.
Em sua criação os vários deuses colaboraram com partes; Hefestos moldou sua forma a partir de argila, Afrodite deu-lhe beleza, Apolo deu-lhe talento musical, Deméter ensinou-lhe a colheita, Atena deu-lhe habilidade manual, Poseidon deu-lhe um colar de pérolas e a certeza de não se afogar, e Zeus deu-lhe uma série de características pessoais, além de uma caixa, a Caixa de Pandora.
Caixa de Pandora é uma expressão utilizada para designar qualquer coisa que incita a curiosidade mas que é preferível não tocar (como quando se diz que "a curiosidade matou o gato"). Tem origem no mito grego da primeira mulher, Pandora, que por ordem dos deuses abriu um recipiente (há polémica quanto à natureza deste, talvez uma panela, um jarro, um vaso, ou uma caixa tal como um baú…) onde se encontravam todos os males que desde então se abateram sobre a humanidade, ficando apenas aquele que destruiria a esperança no fundo do recipiente. Existem algumas semelhanças com a história judaica-cristã de Adão e Eva em que a mulher é, também, responsável pela desgraça do gênero humano.
Segundo a lenda grega, Prometeu criou o homem de argila e roubou a chama sagrada de Hélio (Deus Sol) para dar-lhe o sopro da vida. O intuito era criar um ser que ajudaria a cuidar de sua mãe Gaia (Terra). O homem, porém, também era imortal e assexuado, reproduzindo-se de forma rápida. Por ordem de Zeus, Prometeu foi preso e condenado a ficar acorrentado no alto de uma montanha, onde todos os dias um corvo gigante vem comer-lhe as vísceras que são regeneradas à noite, ficando fadado a sentir dores por toda eternidade. Antes, porém, ele deixou uma caixa contendo todos os males que poderiam atormentar o homem com seu irmão Epmeteu, pedindo-lhe que não deixasse ninguém se aproximar dela. Os homens começaram a desvastar a Terra e, a fim de castigá-los, os deuses reuniram-se e criaram a primeira mulher, a qual foi batizada como Pandora e incumbida de seduzir Epmeteu e abrir a caixa. Naquela época os deuses ainda não moravam no Olimpo mas em cavernas. Epmeteu colocara duas gaiolas com gralhas no fundo da caverna e a caixa entre elas. Caso alguém se aproximasse, as gralhas fariam um barulho insuportável, alertando Epmeteu. Seduzindo-o, Pandora conseguiu convencê-lo a tirar as gralhas da caverna sob o pretexto de que tinha medo delas. Após terem se amado, Epmeteu caiu em sono profundo. Pandora foi até a caixa e a abriu: um vortéx de males tais como mentira, doenças, inveja, velhice, guerra e morte saíram da caixa de forma tão assustadora que ela teve medo e fechou antes que saisse a última delas: o mal que acaba com a esperança.
Num Bar chamado
Biscoitos e Migalhas,
Raios de luz e sorrisos
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