
Ficamos felizes, alegres, contentes, achamos o máximo, o expoente da sorte, quando entramos nos modernos caixotes em que vivemos e temos aquela caixita mágica, inimiga do habitual frio de inverno, a tradicional Lareira.
Pois é, eu também tive a sorte (começo a questionar esta palavra, dentro do contexto) de, no meu querido caixotinho do 3ºandar ter um exemplar destas pequenas maravilhas.
Pórem, neste momento, ao longo da minha escrita, creio profundamente ter sido transportada para outra dimensão e ter passado do meu amoroso apartamento para um FUMEIRO... sinto-me um presunto... resta saber, quanto tempo mais ficarei pendurada neste vertiginoso plano paralelo...
SEM MAIS COMENTÁRIOS :P
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