Sinto uma chama que me clama do peito, que rege, que chama, que impele uma mente, perdida, que sente, pra um outro lugar...
Lugar de cultura, de arte, para além da censura, que revela um mundo perdido no fundo das almas que choram...
O que se submerge no peito destes pobres de espirito, aculturais deles mesmos, desperdicios dos resquicios de projectos de gente?
Quem serão estas pessoas que vivem, correm, amarram, agarram o stress desse fugaz dia a dia atropelando a nossa arte, o teatro, a musica, a expressão?
gente sem povo, sem pátria, sem eles mesmos, sem coração.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
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