« (...) Na memória levo os teus olhos.
Nunca te cheguei a explicar porque gosto deles. Por vezes, mas mesmo só de vez em quando, eles ficam com um brilho quase imperceptível que, de tão misterioso e escondido, é fascinante. (...)»
J.F. (excerto)
Nunca te cheguei a explicar porque gosto deles. Por vezes, mas mesmo só de vez em quando, eles ficam com um brilho quase imperceptível que, de tão misterioso e escondido, é fascinante. (...)»
J.F. (excerto)
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