Na linha da rebentação, aprendes a enterrar os pés na areia, para que as ondas não te façam cair. À beira dos precipicios, alguém te diz para te afastares, não ficares demasiado próximo, com medo da queda fatal.
A teu lado, deixei-me levar pelas ondas, permiti a mim mesma perder-me, mergulhar de cabeça num precipicio que acreditei jamais ter fim. Mais do que outro algo, iludi a minha própria mente, a minha própria essencia, a alma daquilo que sou. Por ti, acreditei jamais ser importante, especial.
Pois bem...
com o retorno do seu a si mesmo, três vezes três, volto a ser quem sou devagar, para não escorregar novamente. Estou passo a passo a enterrar te, um dia mais, um pouco mais fundo. Julgaste matar me mas foste tu quem sucumbiu sob o meu brilho.
Agora... é hora de pagar.
A teu lado, deixei-me levar pelas ondas, permiti a mim mesma perder-me, mergulhar de cabeça num precipicio que acreditei jamais ter fim. Mais do que outro algo, iludi a minha própria mente, a minha própria essencia, a alma daquilo que sou. Por ti, acreditei jamais ser importante, especial.
Pois bem...
com o retorno do seu a si mesmo, três vezes três, volto a ser quem sou devagar, para não escorregar novamente. Estou passo a passo a enterrar te, um dia mais, um pouco mais fundo. Julgaste matar me mas foste tu quem sucumbiu sob o meu brilho.
Agora... é hora de pagar.
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