Corre-me o sangue nas veias abertas deste corpo saqueado de emoções, perco, perdi já as ilusões dos sorrisos e das vivências cor de rosa deste Mundo negro da Poluição dos espiritos negros que me prendem, arrastam nesse lodo a que chamam amor.
Fico-me agora, com a Máfia que controla as teias dos meus dias, cabelos, unhas, o espectro dorido e doloroso desta depressão que insiste em sobreviver para além das desesperadas tentativas de morte por inanição.
Vou escutando as letras de outro alguém, no seu momento de paixão psicótica e vou ludibriando os sentidos de quem sou, hei-de chegar, ver e vencer, como todos os piolhos deste universo, tenho aspirações de ser mais que um pontinho infimo neste pantano onde me arrasto.
Fecha-se o circulo. Soltem agora as piranhas por favor.
Fico-me agora, com a Máfia que controla as teias dos meus dias, cabelos, unhas, o espectro dorido e doloroso desta depressão que insiste em sobreviver para além das desesperadas tentativas de morte por inanição.
Vou escutando as letras de outro alguém, no seu momento de paixão psicótica e vou ludibriando os sentidos de quem sou, hei-de chegar, ver e vencer, como todos os piolhos deste universo, tenho aspirações de ser mais que um pontinho infimo neste pantano onde me arrasto.
Fecha-se o circulo. Soltem agora as piranhas por favor.
Sem comentários:
Enviar um comentário