Arrastada pela força da saudade que guardo,fiel, atada ao coração dos Homens, perco-me em desvairios nesta cidade feia de belezas imperceptiveis...
O ar, carregado de cores brilhantes, asfixia-me, prende-me o corpo que sobrevive latente, perdido, com uma faca encostada á garganta...
um dia, o mestre falou:
«AGORA, JÁ NEM O VENTO MEXE AS CORTINAS DESTE CASA, E O SILÊNCIO É COMO UMA PEDRA, ENCOSTADA É TUA GARGANTA»
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