Perdi a luz com que te iluminava nos momentos bons quando me disseste que o teu amor era apenas ódio.
Aniquilaste a minha essência na razão das acusações que me fizeste, como se os meus erros fossem merecedores de pena de morte. Eu errei, sim, errei por amor e devoção, pensando sempre que haveria uma forma de te proteger do oceano e das tormentas. Mas tu erraste na falta de ternura, de amor, que apenas davas no meio das lágrimas dos meus pedidos. Dizias eu gosto e no teu coração não tinhas nada mais do que amizade. No fim, nem isso foste capaz de guardar.
Recrimino-me pelos esforços de guardar numa amizade inexistente o baú do meu amor.
Mas agora, abandono todo o amor que te tenho. Abandono a esperança e deixo numa gruta tudo aquilo que sonhei pra nós um dia.
O sofrimento que te conto que não existe, afinal está gravado a ferro e fogo no meu peito, mas nunca mais o poderás ver. Não vou nunca mais mostrar... guardo-o junto do amor que te tenho, nos confins da minha alma terrena.
Aniquilaste a minha essência na razão das acusações que me fizeste, como se os meus erros fossem merecedores de pena de morte. Eu errei, sim, errei por amor e devoção, pensando sempre que haveria uma forma de te proteger do oceano e das tormentas. Mas tu erraste na falta de ternura, de amor, que apenas davas no meio das lágrimas dos meus pedidos. Dizias eu gosto e no teu coração não tinhas nada mais do que amizade. No fim, nem isso foste capaz de guardar.
Recrimino-me pelos esforços de guardar numa amizade inexistente o baú do meu amor.
Mas agora, abandono todo o amor que te tenho. Abandono a esperança e deixo numa gruta tudo aquilo que sonhei pra nós um dia.
O sofrimento que te conto que não existe, afinal está gravado a ferro e fogo no meu peito, mas nunca mais o poderás ver. Não vou nunca mais mostrar... guardo-o junto do amor que te tenho, nos confins da minha alma terrena.
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