
numa tela em branco escrevo os passos da memória, as directrizes dadas pelo pensamento inconsciênte da minha consciencia abandonada á beira-rio numa noite de Lua
no espectro de cores do universo, roubo o vermelho da paixão e o verde da esperança lusitana, Dama Regente de uma pátria de conveniências, apátrida de si mesma, chorando lágrimas da fome do mundo...
do nada da minha mente, nascem textos á toa, de quem não sabe dizer o que reza a imaginação...
Estou neutra. Vou com as aves
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